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Hoje é o último dia para se registrar e garantir seu direito de voto nas eleições para o 39º Congresso Sionista Mundial.
Esse registro não é apenas um ato burocrático — é um gesto de coragem e responsabilidade histórica. O Congresso Sionista é o “parlamento do povo judeu” e define prioridades políticas, educacionais e financeiras do movimento sionista em todo o mundo.
🟢 Por que registrar e apoiar o Meretz Brasil?
Porque o Meretz Brasil é a voz mais forte e relevante que permanece fiel ao sionismo progressista, à democracia, aos direitos humanos, à paz e à justiça social — em Israel e na Diáspora.
Enquanto blocos ultraortodoxos e ultra conservadores se unem para dar sustentação à extrema-direita de Netanyahu, o Meretz Brasil diz alto e claro:
🗣 Quem ama, cuida. Quem cuida, luta. Quem luta, registra.
📍 Lutamos:
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Por um Israel democrático, laico e plural;
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Pelo retorno imediato de todos os reféns;
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Pelo fim da guerra por via diplomática;
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Contra a ocupação e pelos direitos de todos os povos da região;
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Pela igualdade de gênero, justiça social e liberdade religiosa;
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Pela reconstrução dos kibutzim e das comunidades do Norte e do Sul de Israel;
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Pela educação como ferramenta de Tikun Olam;
Hoje, a disputa é clara: ou entregamos o futuro do movimento sionista para quem nega nossos valores — ou nos mobilizamos para defender tudo o que acreditamos.
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O futuro do sionismo está em disputa. E ele precisa de você.
Meretz Brasil
Progressista em todos os lugares — inclusive no Congresso Sionista Mundial
Soldados de quem?
12 de junho de 2025 | Por Yohanan Plesner
Artigo original em: https://idi.org.il/articles/59672
Dezoito meses após o início da guerra, o novo modelo de alistamento ignora os soldados das FDI, presenteia rabinos e evasores e promete que nada mudará. Se uma lei assim for aprovada, o custo social, de segurança e econômico que Israel pagará pode ser alto demais — e irreversível.
Dezenas de milhares de soldados estavam acordados esta noite — no norte da Faixa de Gaza, no sul, na fronteira norte e na Cisjordânia. Centenas de outros soldados e oficiais de inteligência analisavam alvos nos centros de comando e controle do Estado-Maior.
Outros soldados, no entanto, estavam na Knesset em Jerusalém, trabalhando em um modelo totalmente diferente: a formulação de uma nova lei de serviço militar. Esses soldados servem no TSH — o “Exército da Sobrevivência e Autonomia Haredi”.
Ontem, durante uma visita à Faixa de Gaza, o Chefe do Estado-Maior afirmou:
“O Estado de Israel não pode existir com um contingente mínimo de soldados.”
Esta não é uma opinião. É uma declaração do mais alto responsável militar do país: o Estado de Israel não pode continuar existindo sem um alistamento mais amplo. O Chefe do Estado-Maior, que vê os soldados no terreno e recebe os relatórios dos comandantes, nos adverte sobre um risco existencial real caso não se amplie a base de recrutamento. Nada menos do que isso.
Segundo as informações divulgadas, o modelo que está sendo formulado ignora essa advertência sem sequer piscar:
Se for aprovado, a primeira mudança será o imediato retorno dos orçamentos às yeshivot (escolas religiosas) e aos subsídios às creches. Sim, o retorno!
Um ano e oito meses após o início da guerra, aqueles que não deram o ombro nem por um instante receberão de volta os benefícios que lhes foram retirados — benefícios que só foram suspensos graças à firme posição da Suprema Corte e da assessoria jurídica do governo, que entenderam que sua função nesse momento é fazer cumprir a lei e impulsionar a realização do compromisso básico do Estado com seus cidadãos que servem: o compromisso com a igualdade e com uma divisão justa do fardo.
E como se não bastasse o retorno dos orçamentos às yeshivot e dos subsídios às creches, as sanções propostas são exatamente as que a liderança ultraortodoxa gostaria de impor ela mesma: a manutenção da sociedade haredi depende do princípio de poder concentrado nas mãos de intermediários e dirigentes comunitários, que controlam a capacidade do indivíduo de tomar decisões por si mesmo.
Em yeshivot sérias, os jovens não podem tirar carteira de motorista, não podem sair do país e, certamente, não podem ir para a universidade. E o que faz o Estado agora? Fortalece o poder dessas instituições e impõe ele mesmo essas mesmas sanções.
O modelo divulgado lança números ao vento: 4.800, 5.700, 50% da coorte anual…
Do que estão falando? Há 20 anos seguimos a política de metas e não conseguiram alistar soldados haredim. Em 20 anos, conseguiram 1.800 recrutas por ano para trilhas militares “haredi-friendly” — e 70% deles já não são mais haredim.
Por que desta vez funcionaria?
Por causa das sanções?
Essas sanções são um engodo.
Mais uma vez, não atingem o indivíduo haredi. Não haverá ninguém se olhando no espelho e se perguntando:
“Será que vale a pena continuar se esquivando e pagar o preço?”
Em vez de definir que quem opta por não se alistar não receberá ajuda com moradia, nem subsídios em creches, nem descontos generosos no IPTU, estão novamente adotando metas comunitárias e sanções institucionais — cortes percentuais nos orçamentos das yeshivot ou dos subsídios às creches.
Não se mexe no bolso de ninguém. E se não mexe no seu bolso — por que você sairia de casa?
E mesmo que alguns poucos se alistem, o que o Exército realmente ganhará? Serão combatentes de 18–20 anos? Ou serão pais de família de 26 anos, para quem as FDI terão que pagar altos benefícios familiares e liberar para folgas todo fim de semana?
E para onde eles se alistarão?
Para aliviar os reservistas agora, o Exército precisa de combatentes nas unidades de campo. Haredim que, daqui a 3 anos, forem fazer serviço civil no Magen David Adom ou ZAKA — isso é importante, mas não ajuda os reservistas que agora estão deitados em Gaza ou na fronteira com a Síria.
Esse modelo é uma rendição às exigências dos partidos haredim, e nos afasta das duas metas que devem orientar qualquer um que se sinta responsável pelo futuro de Israel:
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A meta imediata e urgente: fornecer ao Exército o apoio necessário para cumprir sua missão agora.
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A meta de longo prazo: mudar a relação entre o Estado de Israel e a sociedade haredi.
Se queremos viver, precisamos caminhar rumo ao fim do apoio estatal a quem não contribui com a segurança nem com a economia.
Os formuladores do modelo olharam os combatentes nos olhos durante as audiências da comissão — e agora estão pressionando para que os ignoremos e deixemos para trás.
Se esse projeto de lei for aprovado, o preço para a segurança nacional e para a economia poderá ser insuportável — e irreversível.
